quinta-feira, 27 de outubro de 2011
"Periguete" demais
Que eu sou noveleira, todo mundo sabe! Agora, essa história da adolescente Sol em Fina Estampa está me tirando a paz (como diz uma amiga minha) A menina não gosta de estudar, só anda com as saias curtíssimas, barriga de fora e fala em funk o tempo todo. O pai é um imbecil que só pensa em bater na mulher. Mas a mãe, que é uma dona de casa que não parece ignorante, vê o comportamento da filha e acha normal. Aliás, acha normal, não. Ela estimula! Acha lindo, passa pelo baile funk, onde a filha menor de idade está toda se requebrando, parecendo uma lagartixa, dizendo: 'é minha filha!'. Que mundo é esse? Orgulho de uma menina que não tem nada na cabeça? Nem amiga da mãe ela é! Sei que é difícil criar uma filha, mais difícil ainda não se chocar com algumas atitudes dela quando chega a adolescência. Mas daí a achar tudo normal, bonitinho... é assim mesmo. Ah, não! Ensinar uma garota a virar uma mulher de respeito, com objetivos na vida, uma carreira, um comportamento para ser respeitada no meio em que vive é obrigação dos pais. Não precisa usar roupas longas, mas adequadas à idade e, principalmente, ao evento que vai frequentar. E ficar de olho também nos lugares que ela vai, com quem, etc. Isso é o mínimo que uma mãe pode fazer para demonstrar seu afeto e amor por essa filha. E não ficar por aí achando tudo bonitinho, porque não é!
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Retomada
A retomada do blog foi uma coisa bem legal, pois minha mãe que não postava tantas coisas começou a postar tudo de uma vez e aos montes rsrsrs.
Postado por Nat
Postado por Nat
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Gente especial!
Estou emocionada! Em Vidas Em Jogo - sim eu vejo a novela da Record também (risos) -, a personagem da Thaís Fersoza está esperando uma criança com síndrome de Down e foi visitar uma instituição em SP. Tão lindo ver aquelas crianças se superando a cada dia, fazendo de cada conquista uma vitória, um exemplo. É emocionante. Eu tenho o meu presentinho também. Uma sobrinha LINDA, ESPECIAL, que eu amo muito. Rafinha está com 12 anos e só me dá alegrias. Ela é um exemplo, esbanja ternura e tem um futuro lindo pela frente. Acho que por isso me emocionei tanto, porque sei o quanto a minha pequena é ESPECIAL!
domingo, 23 de outubro de 2011
Colinho
Não tem nada melhor do que aconhego de mãe e de avó. Das duas juntas, então, nem se fala. Pois hoje eu e Nat vamos curtir um pouquinho das duas. Um poucão, aliás. Vamos dormir na casa da minha mãe. Eu vou ficar por um pedido da minha avó. E Malu, dorme na casa do pai. É que hoje não foi um dia fácil. Tivemos de desfazer o apartamento dos meus avós. Eu, minha mãe e meu tio contamos com a ajuda da minha avó para saber o que será guardado, o que será dado, etc. E dá para acreditar que quem parecia mais forte era ela mesma! Sim, minha avó, mais uma vez, ditando com maestria o que devia ser feito, como era melhor, sem demonstrar um pingo de tristeza. E pior, nos consolando! Dizendo que faz parte da vida, que ela e meu avô não podem mais morar sozinhos e que agora o lugar deles é na casa da minha mãe. Eu confesso que várias vezes me escondi no banheiro, porque meus olhos ficavam cheios d'água. Ela não percebia. Ou então, em mais uma atitude sábia, fingia não perceber. Faz parte da vida aceitar o inaceitável e tentar agir de acordo com o que temos para viver melhor. Mas dói. E, por isso, decidi aceitar o pedido dela de dormir aqui, com ela. Porque, no fundo, aquele MULHERÃO, que dominou a cena ao se desfazer da sua casa, também precisa de um colinho de vez num momento desses. Ou será que sou eu quem precisa?
sábado, 22 de outubro de 2011
Fé
Falta de amor, de carinho, de ética! No mundo, vemos tantas coisas tristes, de dar nó no estômago. Isso, para mim, é falta de fé. E, quando falo de fé, não estou falando de religião, dogmas, etc. Estou falando de acreditar que o BEM sempre vence, que é importante tratar o outro como gostaria de ser tratado. Isso se aprende em casa. Sem dúvida. Mas uma ajudinha é sempre válida. Por isso, estimulo as minhas filhas a entenderem um pouco mais a religião. A Nat estuda numa escola católica e, por opção, fez 1a Comunhão no mês passado. Foi um momento marcante para mim, sim, porque acredito que os pais dão a base e eles seguem a partir dali. É mais uma missão cumprida.
Olha a fotinha abaixo, mãe e filha felizes na Igreja, no dia da 1a Eucaristia!
Segunda chance
Nossa, com essa onde de Facebook, eu e a Nat acabamos abandonando o nosso blog. Mas, muitos foram os pedidos para que retomássemos esse espaço e decidimos fazer isso. Pelo menos uma vez por dia uma de nós duas vai postar algo aqui. É um compromisso! Aliás, um dos muitos que temos. Costumo dizer pra ela que combinado nunca sai caro. E tudo que combinamos, tentamos cumprir. De vez em quando, uma de nós pisa na bola. Mas faz parte...
Ontem, por exemplo. O combinado com ela é nunca colocar nas redes sociais fotos dela ou dos amigos de uniforme da escola. Não gosto que ela fale onde estuda, lugares que frequenta, etc. Ela esqueceu e colocou as fotos. Eu vi e tirei os emblemas dos uniformes no photoshop e ela se desculpou. Errou, é verdade, mas não vai esquecer de novo.
Pediu uma segunda chance e eu dei. Todos merecem uma segunda chance, uma nova tentativa de fazer diferente. Reconhecer o erro é o primeiro passo, consertá-lo vem depois. E é quando somos crianças que aprendemos isso. Não poder errar é péssimo. Não poder consertar é o fim de tudo! Fim da esperança, fim da força de vontade e fim da luta. Eu não quero que minha filha tenha sempre razão ou se cobre demais por todos os erros. E, coitado de quem acha que os outros não merecem uma segunda chance. Na verdade, quando a pessoa pensa assim, quem não tem nunca a segunda chance é ela mesma. Coitada!
Ontem, por exemplo. O combinado com ela é nunca colocar nas redes sociais fotos dela ou dos amigos de uniforme da escola. Não gosto que ela fale onde estuda, lugares que frequenta, etc. Ela esqueceu e colocou as fotos. Eu vi e tirei os emblemas dos uniformes no photoshop e ela se desculpou. Errou, é verdade, mas não vai esquecer de novo.
Pediu uma segunda chance e eu dei. Todos merecem uma segunda chance, uma nova tentativa de fazer diferente. Reconhecer o erro é o primeiro passo, consertá-lo vem depois. E é quando somos crianças que aprendemos isso. Não poder errar é péssimo. Não poder consertar é o fim de tudo! Fim da esperança, fim da força de vontade e fim da luta. Eu não quero que minha filha tenha sempre razão ou se cobre demais por todos os erros. E, coitado de quem acha que os outros não merecem uma segunda chance. Na verdade, quando a pessoa pensa assim, quem não tem nunca a segunda chance é ela mesma. Coitada!
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